Bargon Attack

Esse jogo é emocionante con certeza voçês irão gostar desse jogo. Pessoal peço a quem entra no site , que commentem , deém suas opnioes sobre o site ou sobre o jogo. Obrigado.



Tenho a certeza que muitos de vocês nunca tinham ouvido falar de Bargon Attack, isso não é nenhuma surpresa, já que infelizmente este não é um jogo muito bom, comparado com outros jogos de aventura de Coktel Vision, este realmente fica no fundo do barril.Comecemos com a história: os alienígenas invadem o planeta e tu, Bob Sprite, deves derrota-los. altamente original, verdade? Está bem, é uma historia completamente gasta e aborrecida. Mas se só isso fosse a única coisa má deste jogo...Para começar, a "interface" é extremamente escassa. Apesar de ter quase sempre enormes roda-pés negros, esse espaço mantém se quase totalmente inutilizado, fazendo com que o jogo seja bastante apertado. Mas o que é pior é a maneira com que interages com o mundo. Somente há duas acções: clique direito abre teu inventário, clique esquerdo faz o que o jogo quiser. Isto pode ser recolher um objecto, usar um objecto, olhar para um objecto, qualquer coisa, mas tu não terás ideia de que acção será até que faças clique no objecto. Isto tira lhe transparência a qualquer acção que efectues e é um grave erro em qualquer jogo de aventura.O jogo também é muito sensível no lugar onde fazes clique. Ao início encontrarás um baú. Uma vez que o abres, se fazes clique na parte de abaixo do baú não consegues nada, mas se fazes clique na parte superior (a tampa abre), o teu personagem tira um objecto e põe o no solo. Porquê? Isto é, ambas partes são reconhecidas como "um baú..." então fazer clique na parte superior ou inferior teria de fazer alguma diferença? Outro pecado capital! Com esse vão dois terríveis pecados e nem sequer fomos além da primeira tela.Oh, mas, que é isso?! Um puzzle de pixeis! Oh, sim, damas e cavaleiros. Coktel está muito mal aqui. Efectivamente existe um objecto que deves recolher e tem exactamente 1 pixel de tamanho - e está longe de ser o único objecto com essas características, o jogo está cheio deles.Quanto mais tempo jogas, maior número de problemas vão aparecendo aqui e ali. Como é que Coktel conseguiu fazer todas estas péssimas decisões de desenho num só jogo...? Outro exemplo: podes morrer neste jogo. Isto não é um problema em si mesmo, mas quando morres normalmente não é por tua própria culpa! normalmente é uma maneira de ter a certeza de que não te tenhas esquecido fazer algo, mas só Deus sabe que porque o jogo não te dá nenhuma pista. Numa ocasião que não tranquei uma porta, os alienígenas de Bargon mataram me na tela seguinte! Que relação tem fechar uma porta com que me disparem? Nada. O bom é que tinha um walkthru a mão, porque se não tivesse terminado fazendo-me o hari-kiri tentando entender a lógica deste jogo.A sério, este jogo é um desastre depois de outro. Objectos que desaparecem do teu inventário sem razão, mover te de uma tela para outra, uma lógica retorcida dos quebra-cabeças, nada de música, som dos passos, etc., etc., etc. Excepto pelos graficos razoáveis, este jogo não tem absolutamente nada a seu favor.Afinal de contas, este jogo merecia ser esquecido pela história. Esta é a Caixa de Pandora de Coktel, com quase todos os pecados que um jogo de aventuras pode cometer combinados num só jogo. Deverias ficar atordoado porque os quebra-cabeças são difíceis, não por más decisões de desenho, que te asfixiarão quando jogues este jogo. Em conclusão: evita este jogo a não ser que queiras ver exactamente como não se deve fazer um jogo de aventura.








Produtora:Coktel Vision




Ano:1992


Palavras-chave:Aventura Cyberpunk 3rd Person


Tamanho:6066 kb


Compatibilidade:


Download do Jogo aqui !!

Agent USA

A "Fuzzbomb está à solta! - e não me perguntem o que é uma "Fuzzbomb", porque eu também não sei, apenas sei que "Fuzz" é "cotão" :P


É isso mesmo, algures nos E.U.A. (onde mais podem acontecer coisas destas?) há uma "Fuzzbomb" e apenas uma pessoa a pode parar. É o último dos "tipos bons" (hum, não deve ser americano). É um herói tão puro e, até usa um chapéu branco!O jogo, está claro, não pode ser outro senão o lendário Agent USA!O enredo é simples: o personagem viaja pela rede de caminhos-de-ferro dos EUA e tenta parar a "Fuzzbomb". É uma coisa estranha que se parece com uma TV, só que tem "fuzz" em vez da imagem normal (hum, está explicado... mas será que "fuzz" quer dizer "formigueiro"?). Para derrotar a "Fuzzbomb" será preciso o personagem dirigir-se directamente para ela carregando cem (100) cristais no seu bolso (os cristais são a única coisa que pode parar o "fuzz" - seja ele "cotão" ou "formigueiro" :P).E isto até pode parecer fácil, mas acreditem-me, não o é!Acontece que no inicio só se tem 10 cristais e primeiro é preciso fazê-los crescer. Para se fazer isso há que largar um cristal na estação e ficar a vê-lo crescer. Mas há também que ter atenção aos infames "chapéus pretos". Este são cidadãos normais, que desejam também apanhar esses cristais, para poderem proteger-se a si próprios contra o "fuzz".É também preciso saber que o "fuzz" é muito contagioso. Se um cidadão tocar na "Fuzzbomb" ele transforma-se num "fuzzbody". E ainda mais, cada cidadão que tocar num "fuzzbody" também se transforma numa dessas coisas. Por isso o "fuzz" espalha-se muito rapidamente!Se o herói tiver alguns cristais e for tocado por um "fuzzbody" ele apenas perderá alguns desses cristais. Por outro lado, se ele não tiver cristais nenhuns, transforma-se também num "fuzzbody". Isto no entanto não é motivo para que o jogo termine, pois se ele conseguir apanhar um dos cristais, volta a ficar normal.Mas há que ter cuidado, pois a ""Fuzzbomb" estará rodeada de "fuzzbodies", portanto é difícil chegar ao pé dela com os 100 cristais necessários, especialmente porque esse é o limite máximo que se pode carregar. Sim, não se podem carregar mais que 100 cristais de uma vez!Ok, e agora que já vos disse o que há para fazer, como é que isto poderá ser feito?Começa-se na estação de comboios de uma cidade aleatória. Cada capital de estado tem um local onde se pode recolher informações e entrando-se nele é possível localizar a "Fuzzbomb" e ver como o "fuzz" se está a disseminar. Depois será preciso comprar um bilhete de comboio e chegar tão perto da "Fuzzbomb" quanto possível (mantendo-se no entanto a uma distância segura). Quando aparece um * junto da cidade para onde se quer ir, isso quer simplesmente dizer que há um comboio especial capaz de lá chegar mais depressa, em vez da velha locomotiva a vapor. Mas essas ligações rápidas são apenas possíveis entre cidades grandes.Os bilhetes são grátis, portanto ninguém precisa de se preocupar em ficar sem dinheiro.Podem-se enxotar os "chapéus pretos" para que eles se afastem dos cristais, ou pode-se até mesmo enxotá-los do comboio (se a estação estiver limpa será mais fácil fazer "crescer" os cristais).E com isto, já sabem tudo o que há a saber sobre este jogo portanto, boa sorte, pois vão precisar dela.E como se o jogo não fosse suficientemente difícil, podem começar um "jogo avançado", onde a "fuzz" se espalha ainda mais depressa e o jogo se torna ainda mais difícil de se jogar.Para concluir, irão aprender alguma coisa sobre as cidades americanas neste jogo (ou pelo menos daquelas que têm uma rede de comboios a atravessá-las), enquanto se divertem com a vossa própria frustração. O jogo é simplesmente demasiado difícil para que possam apreciá-lo completamente. Ainda assim, os sons são bastante bons, mas os gráficos são naquele "CGA" que queima os olhos. Ainda assim, há que fazer um trabalho bem feito. Mas conseguirão vocês fazê-lo? Conseguem parar a "fuzz"?





Editora:Scholastic

Ano:1985

Palavras-chave:Puzzle Arcada Educativo

Tamanho:28 kb

Compatibilidade:

Download do Jogo aqui !!

Aces Over Europe

Aces Over Europe é o terceiro e o melhor jogo da série Aces, que inclui também Red Baron e Aces of the Pacific. Aces Over Europe é também o melhor jogo da série em termos de gráficos, oferecendo "Gouraud Shading" e um modo de maior resolução.


A série de jogos Aces foi a resposta básica da Dynamix/Sierra à série Secret Weapons of the Luftwaffe da LucasArt's. Embora eu nunca tenha jogado Secret Weapons of the Luftwaffe, posso dizer que adorei os jogos da série Aces, especialmente este ultimo, Aces Over Europe.A permissa deste jogo é colocar-vos no papel de um piloto pertencente quer à Força Aérea Americana (US Army Air Forces) ou à Royal Air Forces (RAF) durante a Segunda Guerra Mundial. Podem jogar no modo de "carreira", no qual vos são dadas missões aleatórias que vão desde interceptar bombardeiros, passando por dispersar quando a vossa base aérea for atacada, até bombardear locais de lançamento dos "V2".
Ocasionalmente, à medida que a Guerra avança, surgirão batalhas históricas. Se vos sairdes bem, dar-vos-ão medalhas que podem ser vistas no vosso "perfil".Se não se sentirem com disposição para entrar no modo de campanha, há muitas missões à escolha para cumprir. Por exemplo, podem escolher enfrentar um famoso "ás" de qualquer uma das três "forças aéreas" no jogo, e podem misturar ou equiparar os aviões. Podem por exemplo pôr um ás da aviação Alemã a voar num Spitfire, enquanto o atacam com um Focke-Wulf. E com isto vamos então ver os aviões. Existem vinte aviões diferentes, todos eles com diferentes características de voo e gráficos do cockpit.Quando este jogo saiu em 1993, o nível de detalhe era excelente. Obviamente parece agora muito ultrapassado, se mapas de textura e na sua maioria são apenas polígonos "Gourau", mas ainda assim joga-se muito bem. Também não é realista, mas eles fizeram o melhor que podiam com o "Hardware" disponível na altura (no tempo dos PC's 386 e 486 que ainda não tinham placas aceleradoras). Existem "blackouts", "sun blindness (cegueira momentânea provocada pelo Sol), e cada avião tem as suas próprias características únicas de voo, mas será apenas isso. Há também várias definições que ajustam a dificuldade e permitem criar um "jogo à medida" que poderá ser um pouco mais realista (tornando possível que as munições e o combustível se esgotem e que as armas encravem de vez e em quando).Originalmente, este jogo era muito difícil de correr na maioria dos sistemas, por causa dos requisitos de memória ridículos. Na sua caixa diz "4 Mb de Ram", mas também requer mais de 600 kb de memória convencional livre e 1 Mb de memoria expandida, que é um feito difícil de conseguir quando o "DOS" precisa de espaço para carregar os drivers do rato, a cache dos programas em disco, os drivers para dois leitores de CDRom, o EMM386.SYS, etc... A maioria dos computadores precisa de iniciar com uma disquete de arranque para o conseguirem correr.
Felizmente, funciona sem qualquer problema no DOSBox 0.61 ou superior em computadores com Windows XP. Também corre muito suavemente nos computadores mais rápidos (apesar de todos os gráficos 3D); com o DOSbox ajustem os parâmetros para um número más elevado de ciclos de CPU (com o "Ctrl" + "F12")Se gostarem de simulações, então não deverão perder este "pioneiro". É uma pena que o espantoso manual de 220 páginas não possa ter sido incluído (ahhh, os bons velhos tempos), pois acredito que tal seria capaz de sobreaquecer o meu scanner.


Funciona no Windows XP com o DOSBox 0.61 ou superior e no Windows 95 depois de se reiniciar no modo de DOS (mas que é muito difícil de por a trabalhar sem uma disquete de arranque).




Produtora:Dynamix


Ano:1993


Tamanho:3918 kb

Compatibilidade:

Download do Jogo !!
http://www.youtube.com/watch?v=nMHzl4-lBp8 << Simulador do Game.

Blades of Steel

Blades of Steel foi o primeiro jogo de Hockey que eu joguei no computador, era em um C64. Eu tenho que dizer imediatamente, embora, esse jogo pertencia ao C64 e dois anos depois foi lançado para PC (Isso não ocorria com freqüência, geralmente a partir de um jogo de PC era feito uma versão para o C64).

Eu amei os gráficos e a diversão que o jogo me forneceu (Especialmente no modo de 2 jogadores). Eu e Um amigo meu aproveitávamos cada chance de fugir da escola e jogar uma ou duas vezes (embora algumas vezes nós jogávamos Lótus Esprite ou Basquete 1 contra 1).


Agora sobre o próprio jogo.É um excelente jogo de Hockey com 8 times para escolher. Se estiver jogando contra um amigo será sempre um jogo amigável e não terá níveis de dificuldade. Ao jogar contra o computador existirão três níveis de dificuldade e você pode também jogar um jogo amigável ou começar um campeonato.


Você controla o jogador destacado e se você passar o disco para outro jogador você passará a controlá-lo. Você também verá a seta apontando quando próximo dos adversários (ou contra sua própria meta) neste caso você pode tanto marcar um gol (se estiver atacando) ou tentar defender o disco (se estiver defendendo).


O jogo também possui brigas, tiros penais e até comerciais durante os intervalos (mas você pode pular essa parte). Nas lutas você tem que acertar a cabeça do adversário e ele deslizará pelo gelo puxado pelo arbitro e você irá ter o domínio do jogo. Nos penaltis você terá a visão cara-a-cara contra o goleiro (podendo ser o goleiro ou o atacante - dependendo de quem a favor seja a cobrança). e os comerciais vão prover a você pequenas demonstrações de outros jogos da Konami (como Castlevania ou Double Dribble).Os gráficos do jogo são muito bons para a época (gráficos EGA 16 cores) com alguns detalhes vagos mostrados mas com animações lisas (entenda visíveis). Os sons são menos primitivos que os das caixas de sons (lembram os sons Ad-lib) e os controles são fáceis o bastante (pode ser jogado tanto pelo Joystick quanto pelo teclado, com 2 configurações de teclas para o jogo de 2 jogadores), entretanto eu sinta a falta de opção de redefinir os controles.


Em resumo é um bom jogo e uma parte divertida dos jogos de esporte, mas nada que te fará perder o fôlego. Você ainda deve experimentá-lo, especialmente se você puder jogar contra um jogador humano, desde que o jogo possa ainda fornecer algumas horas de diversão.








Ano:1988

Palavras-chave:Desportos Hot Seat

Tamanho:332 kb

Compatibilidade:

American Gladiators

Passou muito tempo desde a última vez que vi Gladiadores Americanos. Para os leitores mais jovens, este era um show de TV onde a gente devia avançar superando obstáculos para acumular pontos. No caminho, estes homens e mulheres musculosos tentavam atrasar aos participantes de uma ou outra maneira.

E aqui temos um jogo baseado nesse programa de TV.
Podes escolher jogar em modo de torneio ou um contra um e podes escolher o teu sexo (e por suposto o teu nome).
Um jogo um contra um significa que deverás competir contra um oponente humano, mas isso não significa que directamente enfrentar-te-ás com esse oponente. Significa que tu e a outra pessoa participarão em todos os desafios do programa e o melhor dos dois ganhará o prémio.
Um torneio significa que deverás superar a sete adversários controlados pelo computador, do mesmo modo, tentar derrotar os gladiadores (que são sempre controlados pelo computador).
A selecção de sexo não faz nenhuma diferença na realidade. Os eventos e o nível de dificuldade permanecem iguais, só os pixeis se vêem ligeiramente diferentes.
E nos eventos deves evitar os disparos dos gladiadores, vencer um deles num combate um a um, balançar, trepar e inclusive rodar contra eles. Há 7 eventos ao todo e são algo divertidos, mas o que melhor se vê é a luta em cima dos pilares.


Se ganhas um evento obtens 10 pontos, se somente sobrevives recebes 5 e se um gladiador te agarrar não recebes nada.
Podes ver todos os 8 gladiadores e a sua informação pessoal no início do jogo (começando pelas senhoras), ou podes ler o manual incluído (mas assim vais perder as fotografias, especialmente as das senhoras).
Em general, este é um jogo moderadamente divertido baseado num programa moderadamente divertido e pode te trazer algumas tardes de relaxamento, mas não chega a se converter num grande clássico. É somente um jogo médio para descansar a mente enquanto os teus dedos encarregam-se do trabalho.






Produtora:GameTek, Inc.


Ano:1992


Tamanho:1052 kb

Compatibilidade:

Command e conquer generals 3 - Tiberium Wars

O Jogo se passa em 2047 durante a TerceiraGuerra do Tiberium, e o jogador é o comandante das tropas da GDI (Iniciativa de Defesa Global), da Irmandade de Nod, ou da Scrin, em missões comandando unidades de infantaria terrestres, aéreas e navais em algumas missões, construindo edificações e lutando por um futuro melhor para o mundo, dependendo da visão da facção escolhida. Nessa nova parte da série o Tiberium ( minério alienígina que se expande pelo planeta Terra)está em todo o planeta, sendo que as áreas de sua influência são divididas em 3: Azul - Onde o Tiberium existe, porém sua expansão está sob controle, concentra-se nas principalmente na Europa e outros países ricos, o GDI detém o controle dessa área. Amarela - Onde o Tiberium existe em níveis toleráveis, sendo que a vida existe nessas áreas, porém sofre influência direta dos efeitos desse minério alienígina, Irmandade de NOD detém o controle da maior parte dessas áreas. Vermelha - Onde o Tiberium se expandiu por completo, impedindo qualquer manifestação de vida nessas áreas.




Myth III: The Wolf Age é o terceiro - e provavelmente último - jogo da série Myth. Em contraste com seus dois antecessores, este foi totalmente projetado e construído em 3D (os outros dois foram feitos em 2D), desenvolvido e publicado pela MumboJumbo Software, que comprou todos os direitos da Bungie Software sobre a série. Inclusive, no Brasil e em países de língua latina das Américas, o jogo foi traduzido oficialmente nos idiomas de cada país - no Brasil o jogo tem uma versão oficial em português traduzida pela empresa Green Leaf Brasil com o título oficial Myth III: A Era do Lobo.

Myth III se passa na Era do Vento, 1000 anos antes de Myth: The Fallen Lords, ou seja, quando o perverso Balor, Senhor dos Fallen Lords, ainda era o bárbaro Connacht, o Lobo, que viu sua terra natal de Gower ser dizimada pelos monstruosos Myrkridia. O vilão nesta época atende pelo nome de Moagim Renascido - O Terror Sem Face - que na verdade é Tireces O Imortal, o grande héroi da era anterior que acabou renascido como o Nivelador desta nova era.


Chegou a hora dos reinos dos Anões em Myrgard, Muirthemne e Stoneheim, os povos de Gower e das terras do Norte e do enorme Império de Llancarfan colocarem suas diferenças de lado para unir forças contra o inimigo comum: o pérfido Moagim e seus seguidores, que querem espalhar caos e horror pelas terras de Myth. O curso da guerra prossegue revelando um futuro simplesmente aterrador...



Tamanho: 448 MB

Servidor: Via Torrent










 Myth II: Soulblighter se passa 60 anos após o fim da Grande Guerra em Myth: The Fallen Lords. E nesta continuação, tendo o ex-Avatar Alric como o supremo governante da Província, tanto as forças da Luz e das Trevas ganharam novos aliados e novas metodologias de combate, mantendo as características inovativas da série contidas desde o jogo anterior. Com uma jogabilidade mais limpa e refinada, gráficos mais soberbos e caprichados, Myth II: Soulblighter superou em tudo seu antecessor, estendendo a qualidade e o sucesso da série.   
Desde a queda de Balor e seus Fallen Lords, a Grande Guerra acabou e o mundo viveu uma época de paz. Era a hora de levar a vida adiante. Reconstruir tudo o que foi destruído pelas guerras. E tendo Alric como o novo soberano da Província, os campos floresceram, as pessoas cultivaram suas vegetações e cuidaram de seu gado. Pouco a pouco, as grandes e majestosas cidades da Província reerguiam-se para saborear a merecida paz que reinava. Os povos das terras do Norte, os Gigantes da Floresta Heart, os enormes Trow em Rhi'Anon e os Anões nas suas terras ancestrais em Myrgard e Stoneheim coexistiam em absoluta serenidade. Mal sabiam eles o que os aguardava para as próximas seis décadas...
  Mal sabiam eles que Soulblighter, o mais astuto, cruel e poderoso dos Fallen Lords, supostamente morto ao fim da Grande Guerra, estava vivo e planejando vingança contra aqueles que ousaram vencê-lo. Ele passou os últimos 60 anos restaurando-se para a nova Guerra. Seja aprendendo truques novos e mais malévolos, montando exércitos de cadáveres reanimados e fazendo alianças com nobres corruptos, Soulblighter retornou das chamadas Terras Sem Dono, no extremo leste do mapa, para revidar seus inimigos. Sua fome de vingança e sede de sangue não deixarão um só vivo em seu maligno caminho...

Tamanho: 400 MB
Servidor: Via Torrent
Obs: Caso não tenha gerenciador de Torrent baixe o µTorrent.

























Encaixado na categoria RTT (Real Time Tactics ou simplesmenteTática em Tempo Real - não confundir com Estratégia em Tempo Real, Real Time Strategy ou RTS), foi lançado em 1997 pela Bungie Software, e logo concretizou o sucesso da série Myth.
    Novecentos anos se passaram desde que Connacht, o herói da Era do Vento, desapareceu de Muirthemne. Há quase duas décadas, um exército como nunca se viu, formado por criaturas sobrenaturais e monstros horrendos, veio do Leste. Esse exército era formado por sete generais-feiticeiros conhecidos como Fallen Lords: o líder Balor, Soulblighter, Shiver, O Enganador e O Vigilante. Agora estamos no décimo sétimo ano da Grande Guerra, e as esperanças vão se esvaindo.
    Mas nem tudo está perdido. No Oeste, um grande exército da Luz, conhecido como a Legião, surgiu na Província. Esse exército é liderado pelos Nove, um grupo de generais-feiticeiros da Luz comandados por Alric.


Tamanho: 138.28 MB
Servidor: Rapidshare




Call of Juarez para Xbox 360


Call of Juarez [XBOX360]


Parte 1
Parte 2
Parte 3
Parte 4

Parte 5
Parte 6
Parte 7
Senha: xbox360iso.com



~Daniel



Características gerais Esse jogo tem aspectos táticos e de clandestinidade Você será um soldado lutando em várias missões secretas (Black Ops) na era da Guerra Fria Novos veículos Armas explosivas Plataforma: Xbox 360 Gênero: Ação e Aventura Permite jogar em rede: Não Especificações TécnicasIdade recomendada: 12 anosNúmero de jogadores: até 4 Ano de lançamento: 2010

Contador de visitas